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PF diz que Bolsonaro fez “conluio” para enriquecer de forma ilícita
De acordo com relatório da Polícia Federal (PF), há indícios de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) atuou “em conluio” com os seus ex-ajudantes de ordens, tenente-coronel Mauro Cid e Marcelo Câmara, com seu ex-assessor Osmar Crivelatti e com o advogado Frederick Wassef para cometer lavagem de dinheiro, peculato e enriquecimento ilícito. O pai de Cid, o general da reserva Mauro Lourena Cid, também estava envolvido no esquema.
Segundo a PF, essa organização atuou para recuperar os itens de luxo do chamado “Kit Ouro Branco”, com o objetivo de “escamotear” das autoridades brasileiras a evasão e a venda ilícita dos bens no exterior. O documento indica que o grupo utilizava aeronaves da FAB para levar os presentes destinados a Bolsonaro para fora do país e os negociava em casas de leilão ou em loja de penhores.
Além disso, o relatório indicou “fortes indícios” de um “esquema criminoso” na recompra do relógio um relógio Patek Phillipe e um Rolex. Para a PF, o esquema de desvios de joias teria conseguido obter pelo menos R$ 1 milhão. Segundo os policiais, os produtos eram desviados, os valores de venda eram depositados nas contas dos Cids (pai e filho); os Cids efetuavam o saque do dinheiro e entregavam em espécie para o ex-presidente.
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