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Ibaneis deixa o GDF com legado de obras estruturantes
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), deixou o cargo no sábado (28) para disputar uma vaga no Senado. A vice-governadora Celina Leão (PP) assume o comando do Palácio do Buriti nesta segunda-feira (30), em sessão solene na Câmara Legislativa. Com a troca, Ibaneis encerra um ciclo de sete anos e três meses à frente do GDF, iniciado em 2019 e renovado com a reeleição de 2022.
No balanço da gestão, o grande legado da administração são as obras de mobilidade. O GDF aponta como principais entregas o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, a construção de 11 viadutos desde 2019, a conclusão da Saída Norte, batizada de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz, a reconstrução do viaduto do Eixão Sul e o avanço do Corredor Eixo Oeste, que inclui a requalificação da Epig e o viaduto do Sudoeste.
Na drenagem e na urbanização, o governo também lista o Drenar DF, sistema de R$ 180 milhões criado para reduzir alagamentos na Asa Norte, e as intervenções em áreas como Vicente Pires e Sol Nascente/Pôr do Sol. Em Vicente Pires, dados oficiais apontam cerca de R$ 500 milhões em investimentos desde 2019 em drenagem, pavimentação, iluminação, calçadas e sinalização.
Na saúde e na educação, o balanço oficial registra 12 unidades básicas de saúde entregues entre 2019 e 2025. O governo também informa sete UPAs entregues, 19 escolas concluídas e 16 creches prontas no período, além de novas unidades em execução ou em fase de projeto.
Ao deixar o cargo, Ibaneis transfere a Celina uma administração marcada por obras e infraestrutura e foi, de acordo com as estatísticas, depois de Juscelino Kubitschek e Roriz, o governante que mais realizou obras no DF.
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