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Hoje enxergamos um sorriso no rosto das pessoas que fazem parte do BRB, afirma presidente do banco

Para Paulo Henrique Costa, cenário econômico nacional de 2019 não foi favorável para o crescimento. Mesmo assim, o BRB soube driblar a crise e contribuir para o bem-estar econômico da capital  

Por Fred Lima

Ao assumir o Banco de Brasília no início do ano, o administrador de empresas Paulo Henrique Costa definiu como principal missão o resgate da credibilidade da instituição financeira mais importante do Distrito Federal. Para isso, precisou implementar mudanças inovadoras em busca de driblar a crise nacional e atrair novos clientes. “O cenário econômico nacional melhora o ânimo das pessoas para consumir, bem como o entusiasmo dos empresários para investir em seus negócios. É sempre mais fácil crescer em um ambiente econômico mais favorável, o que não foi o caso deste ano”, afirmou o presidente do BRB.

De acordo com dados do governo, o DF deve fechar o ano com um crescimento de 1,8%, acima da previsão da média nacional (1,16%). “Iniciamos um ciclo de retomada de crescimento em que o DF cresceu acima da média nacional. Esperamos que em 2020 possamos crescer mais ainda. Aí sim teremos uma economia pujante. As sementes que o André Clemente (secretário de Economia) e o Rui Coutinho (secretário de Desenvolvimento Econômico) estão plantando surtiram efeitos positivos na economia”, ressaltou Paulo Henrique.

O BRB também teve papel fundamental para a retomada do crescimento na capital, segundo o presidente do banco. “Não podemos subestimar a capacidade de a instituição tocar os seus negócios, se reinventar, buscar inovação e simplificação dos serviços prestados. Veja que crescemos em patamares que chamam a atenção, mesmo em um ambiente econômico desafiador. Ou seja, na minha visão, existe uma conjunção de fatores que faz esse crescimento ocorrer. Apesar do cenário externo desfavorável, tivemos uma conjuntura interna bastante positiva para fazer as coisas darem certo. O corpo funcional do banco, quando percebeu a oportunidade que tinha de crescimento contra a maré, começou a gerar uma dinâmica de trabalho que ninguém segura. O resultado é que hoje vemos um sorriso no rosto das pessoas que fazem parte do BRB”, concluiu.

Da Redação

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