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Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após queda na cela
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária no Supremo Tribunal Federal. A petição, endereçada ao ministro Alexandre de Moraes, cita a queda sofrida por Bolsonaro em 6 de janeiro, dentro da sala de Estado-Maior da Polícia Federal, em Brasília. Os advogados afirmam que a execução da pena deve prosseguir em casa por razões médicas.
O texto aponta “vulnerabilidade clínica” e necessidade de acompanhamento contínuo por cuidador ou profissional de saúde. A defesa relata risco de “novas quedas” e desconfortos no período noturno, e pede a conversão imediata do regime para o domiciliar, com “monitoramento” eletrônico.
O novo movimento ocorre após negativa anterior do relator. Em 1º de janeiro, Moraes rejeitou pedido semelhante e manteve a permanência do ex-presidente na PF. A defesa sustenta que os fatos posteriores “mudaram o cenário” e anexou laudos atualizados.
Bolsonaro foi condenado, em setembro de 2025, por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. A pena é de 27 anos e 3 meses. A defesa afirma que “recorrerá” e insiste no caráter “humanitário” do pleito.
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