O dinheiro de Ibaneis só diz respeito a uma única pessoa: Ibaneis
Foto: Reprodução
Por Fred Lima
Os paladinos da ética gostam de confundir alhos com bugalhos no que diz respeito aos bens patrimoniais dos agentes públicos. Enriquecimento ilícito é completamente diferente de riqueza adquirida através do trabalho ético e da competência no setor privado em que atua.
Ex-presidente da OAB-DF, o governador do DF Ibaneis Rocha (MBD) adquiriu bens valiosos por meio de uma carreira promissora na advocacia da capital. Durante a campanha, o então candidato declarou um patrimônio no valor de R$ 93.720.602,57. Após a compra recente de um avião e de uma mansão orçada em R$ 23 milhões, o chefe do Palácio do Buriti foi alvo de críticas nas redes sociais. Os acusadores afirmam se tratar de um “esbanjador”.
Assim como o governador de São Paulo João Dória (PSDB), Ibaneis abdicou do salário de governador e da residência oficial de Águas Claras, um gesto nobre no mundo político, cujos gastos sempre foram para lá de exorbitantes.
A cobrança deve ser feita pela atuação de Ibaneis Rocha à frente do Executivo local. O resto é olho gordo e inveja.
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