Foto: Reprodução
Operação da PF aponta possível obstrução da Abin em investigação sob Lula
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25) a Operação Vigilância Aproximada, revelando que a alta cúpula da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria se envolvido em um possível “conluio” para dificultar a apuração de atividades ilegais. De acordo com a PF, a gestão da Abin durante o governo Bolsonaro, indicada por Luiz Fernando Corrêa, nomeado por Lula, teria participado ativamente desse esforço.
A representação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) destaca que o suposto receio de exposição de dados sensíveis foi um subterfúgio para evitar a investigação efetiva. A PF argumenta que a alegada preocupação com a “exposição de documentos” visava, na verdade, impedir o avanço das investigações sobre as ações realizadas na estrutura paralela da Abin existente anteriormente.
A Operação da PF foca especialmente no ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, acusado de utilizar uma ferramenta de monitoramento para espionar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), políticos e jornalistas.
Da Redação
- Taiwan quer fortalecer as relações com o Brasil, diz embaixador - 6 de maio de 2026
- Na Lupa: Em nome da ‘VEROcidade’, Lucas se embriaga de gim - 5 de maio de 2026
- Líder do PL diz que encontro com Trump pode enfraquecer discurso de soberania de Lula - 5 de maio de 2026
